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admin Enviado: quinta-feira, 26 de outubro de 2017 17:22:23(UTC)
 

A produção de vinho em Portugal conheceu um retrocesso face ao estimado em agosto último.

A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) aponta Portugal como 11.º maior produtor e 9.º maior exportador de vinho na colheita de 2017, mas o país não alcançou os objetivos de produção que se esperavam nesta campanha. Um abrandamento que não se traduz no preço. No Alentejo, por exemplo, os preços do granel praticamente duplicaram desde 2010, o último ano de grande produção em Portugal. O presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), Frederico Falcão, admite que a tendência é para que continuem a subir “à medida que a procura aumenta”.

Ainda de acordo com o presidente do IVV, o decréscimo de produção dos três maiores players de vinho no mundo (Espanha, França e Itália) pode ser uma boa notícia para Portugal. "Claro que os preços sobem, mas dá-nos alguma vantagem, porque cria oportunidades de mercado", explica Frederico Falcão.

As exportações nacionais de vinho estão a bater máximos históricos desde 2010, com exceção de 2016, ano em que o crescimento nos EUA, Holanda, Alemanha ou Canadá não compensou a quebra de 55% em Angola. No primeiro semestre de 2017, as exportações de vinho português cresceram 10%.